13 de dezembro de 2009

block analysis

Gallowgate depois do Barras Market!
Quarteirão 1: quarteirão da Mariana.

Vista do topo de Strathclyde. A minha alameda cá do sítio.

Quarteirão 2: Quarteirão do Leroy

Partickhill Road no West End.
Quarteirão 3: Quarteirão do KumTak.

11 de dezembro de 2009

magpie (bird)


Aqui está um poema que o Leroy (uk) me ensinou enquanto andávamos a verificar o quarteirão 2:
1 for sorrow
2 for joy
3 for a girl
4 for a boy
5 for silver
6 for gold
7 for a story never to be told.

Santa's Christmas Ceilidh

Pois bem, o plano era: Festa de Natal!! Mas não era uma festa qualquer. No dia 8 de Dezembro a partir das 9. Bom, encontrámo-nos no Home (pub) para uma bebida e lá fomos nós, equipados com barretes de Pai Natal, presentinhos para a troca e curiosidade ainda mais aguçada pelo Gary e pelo David, escoceses cá do sítio, que convencemos a juntar-se a nós mesmo antes de sair do pavilhão de arquitectura. Deviam ter visto os olhinhos do Gary de não posso deixar de ir, quando lhe dissémos onde iamos essa noite. Claro que combinou logo connosco e queria levar kilt e tudo!
O sítio, St. Andrews in the Square (é uma igreja, no meio de uma praça..). O nosso querido Jim Wilson à porta vestido de Pai Natal e uma banda pronta a tocar à nossa espera lá dentro.


Pierre (fr) e David (uk).
Jim Wilson e banda.
Erik (de), Pierre e David.
Olha que postal mais lindo, assinado pelo staff dos estudantes internacionais.
Gary (uk).
Delia (de) e Gary... :P
Paulo (pt).

8 de dezembro de 2009

um passeio para história...


Lykke Li - Dance Dance Dance (Buraka Som Sistema Mix)
Found at skreemr.com
depois de tanto procurar, afinal, parece que estava na minha rua. Esta é a Virginia Place e Street, mesmo ao lado da Miller Street.






2 de dezembro de 2009

1 de dezembro de 2009

Irmãs BRONTË


Das irmãs Brontë, acho original a ideia de três irmãs escritoras, a viverem na mesma casa e a partilharem ideias literárias.
Imagino-as num presbitério, da primeira metade do século XIX, em Haworth no Yorkshire: Emily, mais alta, bonita, alegre e impetuosa; Charlotte, mais serena e sensata; e Anne, a mais pequena e tímida. Pura imaginação minha, porque as irmãs Brontë não iam muito ao fotógrafo.
Também, pelo que se sabe, não tiveram o carinho de uma mãe (que morreu cedo), não se vestiam à moda, não iam a festas, não conviviam com outras pessoas e não tiveram namorados.
Restava-lhes o silêncio, o clima agreste, um pai austero, que não permitia que comessem carne, nem consentia cortinas, tapetes ou outros adornos em casa, uma casa fria e desprovida de conforto e a doença.
E, ainda, os passeios pela charneca, a imaginação e os livros. Sim, os livros!
O que escreveram foi uma manifestação de rebeldia contra os preconceitos da sociedade em aceitar que as mulheres pudessem ser escritoras. Prova-o o facto dos seus romances precisarem, primeiro, de serem publicados, com pseudónimos masculinos, para terem aceitação e êxito.
Morreram novas, com tuberculose.
Charlotte, que perdeu três irmãos em nove meses (Branwell, Emily e Anne), ficou sozinha. Continuou a escrever, casou e algum tempo depois, morreu também.
Delas ficaram dois livros admiráveis intitulados A Paixão de Jane Eyre e O Monte dos Vendavais, que guardo com muito carinho na minha estante.