28 de setembro de 2010

... Republicanos na toponímia da Cidade de Almada

Na preparação da comemoração dos 100 anos do dia da implantação da República em Portugal, 5 de Outubro, a Câmara Municipal de Almada lança na secção Almada num minuto os Republicanos na toponímia da Cidade de Almada. Por favor, observem a imagem.

27 de setembro de 2010

... um lindo ramo de flores à minha porta!

um bouquet...
...transformado em dois!

23 de setembro de 2010

... a exposição do Nadir Afonso no Museu do Chiado


Sem Limites, uma retrospectiva sobre a obra deste pintor arquitecto de quase 90 anos em Lisboa até 3 de Outubro. O meu período preferido é sem dúvida O PRÉ-GEOMETRISMO.

(a completar)

21 de setembro de 2010

... a cidade de Lisboa


CITY OF LISBOA

USEFUL INFORMATION:
Lisboa is the capital of Portugal and the biggest city, located on the estuary of the Tagus river, on the European Atlantic coast. It is continental Europe's westernmost capital.
Portugal's official language is Portuguese. Derived from Latin roots, Portuguese is the third most spoken European language in the world, with around 200 million speakers. Around 3 million people live in Lisboa region, with around 600 thousand living in the capital itself.
The Portuguese Constitution allows religious freedom, with various religions being practised in Portugal.
In Lisboa winters are mild and summers hot, though moderated by its location near the sea. During spring and autumn there are usually sunny days with mild temperatures.
The Euro is Portugal's official currency, having been introduced in January 2002.
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AIR TEMPERATURE:
JAN/MAR - 17.1ºC 62.8ºF
APR/JUN - 21.8ºC 71.2ºF
JUL/SEP - 26.3ºC 79.3ºF
OCT/DEC - 17.2ºC 53.0ºF
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MEASURES - COVERSION CHART:
1 cm = 0.39 inches
1 metro = 3.28 feet / 1.09 yards
1 km =0.62 miles
1 litro = 0.22 gallons (UK)
1 inch (polegada) = 2.54 cm
1 feet (pé) = 0.39 metros
1 yard = 0.91 metros
1 mile (milha) = 1.60 km
1 gallon (galão) = 4.54 litros

20 de setembro de 2010

... a biblioteca josé saramago


A biblioteca José Saramago fica no Feijó, a freguesia onde vivo. É pequena, mas, surpreendentemente bem frequentada. Fica perto de uma série de escolas, desde o ensino primário ao secundário. Assim, tem uma secção infantil, uma secção juvenil e uma secção de adultos, para todas as idades!! Fica ao lado de uma ampliação para a junta de freguesia do Feijó. É um equipamento tão necessário quanto apreciado. Uma obra que em volumetria revela a preferência pela arquitectura moderna, duas caixas pousadas uma por cima da outra sobre um espelho de água com grandes janelões a norte e a sul, no entanto, um pouco eclética em certos apontamentos: volume inferior revestido a azulejo, pequeno volumes revestidos com painéis de madeira. Merece sem dúvida uma visita. Tem um espaço interior muito agradável e apropriado.

8 de setembro de 2010

... Sol e chuva.

Agora que o todo mundo é uma rede e o pescador vermelho rema a bom porto com uma espinha no prato, parece que tudo continuava no mesmo lugar. Da janela do avião, via anémonas e alforrecas, Aveiro, Portugal com uma orientação sudeste, separada por uma cadeira do ocupante do lugar D, quase português, a fazer palavras cruzadas em russo, que me ajudou a arrumar a bagagem nos compartimentos em cima dos assentos. Uma mala de 29 kg e as duas caixas que já chegaram. No aeroporto, todos os companheiros de viagem desconhecidos, partem um por um à medida que puxam a bagagem da passadeira. O quarto estava vazio, a mochila, a mala e dois casacos. E estava sol. Os meus vizinhos do escritório em frente tinham a persianas fechadas para evitar o sol. O céu estava azul e o quarto foi deixado vazio. A gerente e a recepcionista disseram-me adeus alinhadas no campo de visão, aquele de quem entra pela porta, ou vai a sair e olha para trás. As pedras do chão secavam no entanto. Lembro-me do chocolate quente de luxo e do batido tropical, a mesa redonda. A rapariga que brincava com o fogo e o café arte nova, fotografias e um postal. O meu relógio preferido na parede. Um grupo de senhoras que se sentou à nossa volta para ver o bébé, que quase tinha descansado ao meu colo a olhar para as luzes no tecto, enquanto a mãe lhe calçava as botinhas de vaca. Um verdadeiro Gulliver. Aquele jardim, com a pirâmide de pedra, debaixo de uma árvore e o céu cinzento. O Raymond estava a tocar o baixo virado de costas para o público, a bracelete do relógio era demasiado larga para o seu pulso, o cantor gritava demais. O Chris cortou os seus longos cabelos loiros e trabalha como farmacêutico, canta com a guitarra e The Parting soa muito bem. O Nelson aquele que é baterista vezes dois. A Dee de cabelo em chamas olhou para mim e sorriu, da noite anterior quando tinhamos ido jantar todos juntos. Tchai Ovna e chávenas de chá. Uma noite muito bonita, quase corremos para apanhar o último metro e ver o fã número um de mãos cantar e encantar, no pub mesmo ao lado da estação de Queen Street, para um monte de desinteressados. A Victoria no Butterfly and Pig, apenas uma cerveja, pois há dissertações a acabar e o Gary chegado do médico. O David com quem combinávamos video conferências para a nossa multinacional de consultoria em desenho urbano. Uma ovelha no Ben Nevis, enquanto o baterista de boina toca com uma batedeira e um saco de serapilheira enfiado na pandeireta. E o mundo era uma rede de todas as histórias em ordem decrescente.