24 de fevereiro de 2010

Agatha Christie (1890-1976)


Filha de pai americano e mãe inglesa, é considerada, por muitos, a maior escritora policial de todos os tempos.
Casou duas vezes, uma com o mayor Christie, de quem adoptou o nome, outra com um arqueólogo, de quem foi colaboradora em várias escavações.
Adorava chapéus absurdos, cerâmicas e rosas. Tinha um roseiral e era cuidando das rosas que lhe surgiam as ideias para os seus romances.
Escreveu mais de oitenta livros e, em quase todos, consegue a proeza de tornar impossível ao leitor descobrir quem é o assassino. Os seus principais detectives são, Poirot, o belga excêntrico, com cabeça em forma de ovo, mas bem provida de células cinzentas e uma velhota simpática e coscuvilheira, chamada Miss Marple. Ambos, resolvem imensos e interessantíssimos casos.
Contudo, os mais belos romances de Agatha Christie, são os escritos na primeira pessoa ou os contados por um narrador...
Foi no liceu que descobri esta autora. Nesse tempo, viajava todos os dias de comboio para Setúbal. A viagem era pachorrenta e, na carruagem quase vazia, podia ler e sonhar. Li um primeiro livro de Agatha Christie. Só para ver como era. A partir daí, tornou-se uma "doença". Só descansei quando li todos.

Govan e a outra margem

Um primeiro dia assustador, por Govan Cross e Elder's Park. Pesquisa para UDStudio, queríamos ver o lugar mais uma vez, antes de começar a 'masterplanar'. Observar o tecido ordinário da cidade: tenements (de quatro cinco andares) e terrace houses (de que não pûs nenhuma fotografia). Oh! Os cartazes com os meus desenhos para Govan estão timidamente expostos com todos os outros das actividades culturais à entrada da biblioteca! (edifício com um pórtico semi-circular). Depois umas poucas de horas, numa outra tarde, saída do metro em Partick, e um passeio pela margem do Clyde (perto do novo desenvolvimento). Depois uma ida até ao Cafezique (lindo) para tomar uma bebida quente e comer um bolo, com o Pierre e a Delia.

21 de fevereiro de 2010

De Portugal

a glimpse of Edinburgh

No passado Domingo, um passeio até Edinburgh. Infinitamente mais pequena que Glasgow para capital. Um estilo completamente diferente, talvez um pouco melhor preservada, arquitectonicamente falando. Uff, pelo que vêem dois montes, o monte do castelo, e o Arthur's Seat, de onde tirei a última fotografia. No vale, a cidade e, ao longe, o mar. Bom, concluímos por fim, que o Arthur's Seat sendo apenas um monte, com um caminho em espiral até ao topo, era muito mais apetecível e silencioso; talvez perfeito para pensar. O Arthur escolheu o lugar perfeito. O Gary alertou-me, no entanto, para o facto de que este seria o melhor sítio possível para avistar os inimigos de longe. O outro monte estava polvilhado de turistas para visitar o castelo. Fugimos imediatamente! Acho que começo a sentir-me um pouco mais deste lugar e um pouco menos turista. Caminhámos pela Royal Mile (penúltima fotografia), a rua de uma milha que liga o castelo ao parlamento. É também por esta rua que 'desfila' a rainha, sempre que vem visitar a Escócia. Sim, sim, está decretado algures que ela tem de visitar obrigatoriamente a Escócia uma vez por ano. A estação de comboios é enorme, tem pelo menos 20 plataformas. As primeiras três fotografias foram tiradas no 'Jardim dos Princípes', se não estou em erro, adjacente às linhas de caminho-de-ferro. De resto, não tirei nenhuma fotografia à St. Andrews Square, que tem um senhor no cimo de uma coluna daquelas, por ser já noite. Por fazer, ficaram aqueles museus todos e talvez uma ou duas ruas mais de interesse. Até à próxima!

Saturday night que foi sexta

Foi a noite de arquitectura. Era a festa do nosso departamento para dançar ceilidh. A primeira sou eu, completamente de fugida, depois seguem-se a Janine e o Charlie, e por fim o Leroy e a Vanessa. Claro que entre todos os outros amigos contavam-se a Delia, a Inga, o Pierre, o KumTak, a Clarissa, o Diogo, o Gary, o David, algum pessoal do meu studio, enfim! Devo confessar que os dois casais foram os que melhor pousaram para a fotografia. Os escoceses levam o ceilidh muito a sério, ficam irritadíssimos quando os trôpegos internacionais trocam os passos todos. E claro, kilt é o que se quer. A festa foi no Ferry, no rio Clyde. O Ferry é efectivamente um barco! Para terminar a noite, houve direito a chips n cheese comprados na roulote mesmo paradinha em frente (eheh).

20 de fevereiro de 2010

14 de fevereiro de 2010

Auto-retrato

Depois da tempestade vem a bonança..