
Filha de pai americano e mãe inglesa, é considerada, por muitos, a maior escritora policial de todos os tempos.
Casou duas vezes, uma com o mayor Christie, de quem adoptou o nome, outra com um arqueólogo, de quem foi colaboradora em várias escavações.
Adorava chapéus absurdos, cerâmicas e rosas. Tinha um roseiral e era cuidando das rosas que lhe surgiam as ideias para os seus romances.
Escreveu mais de oitenta livros e, em quase todos, consegue a proeza de tornar impossível ao leitor descobrir quem é o assassino. Os seus principais detectives são, Poirot, o belga excêntrico, com cabeça em forma de ovo, mas bem provida de células cinzentas e uma velhota simpática e coscuvilheira, chamada Miss Marple. Ambos, resolvem imensos e interessantíssimos casos.
Contudo, os mais belos romances de Agatha Christie, são os escritos na primeira pessoa ou os contados por um narrador...
Foi no liceu que descobri esta autora. Nesse tempo, viajava todos os dias de comboio para Setúbal. A viagem era pachorrenta e, na carruagem quase vazia, podia ler e sonhar. Li um primeiro livro de Agatha Christie. Só para ver como era. A partir daí, tornou-se uma "doença". Só descansei quando li todos.
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