Uma doideira! 15, 16 e17 de Outubro, um seminário sobre história do desenho urbano. A primeira sessão é quinta-feira à tarde, às16.30. O professor, alemão, convidado especial, faz uma pequena introdução ao tema durante cerca de 20 min e depois começam as apresentações. Pois é, por aqui, recebemos e-mails antes das sessões que nos informam do que temos de fazer ou preparar. A mim, foi-me destinada a apresentação sobre a Piazza di San Marco em Veneza, Itália. Oh bem... entre pesquisas e leituras, o powerpoint ficou pronto para o dia seguinte.
Abrimos com chave de ouro na primeira sessão (parece-me :p), já que a primeira atitude de desenho urbano, a ser apresentada por uma rapariga da Malásia, foi Lisboa, redesenhada aquando do Terramoto de 1755. Pronto, poderia ter sido eu, mas assim sempre se aprende mais qualquer coisinha! Há espaço para discussão e reflexões; muito interessante. Foi engraçado, perceber o que ela tinha conseguido descobrir, já que afinal, eu era uma espécie de expert na turma sobre a coisa. Quem diria, hein? No primeiro dia também falámos de Barcelona de Cerdá (1859).Nas duas outras sessões (09.00 - 18.00), foram discutidos e apresentados casos diversos, desenho total de novas partes de cidades ou cidades, desenho de ruas, desenho de praças e espaços urbanos, desenho de parques e desenho de quarteirões ou superquarteirões urbanos, utopias, todos na Europa. Na primeira aproximação foram postos de parte exemplos americanos, chineses e mesmo japoneses (isso iria obrigar a um estudo não só de forma, como a um conhecimento específico de determinados aspectos sociais e da cultura, religião e outros). É muito engraçado, porque aqui sente-se a presença dos outros continentes nas pessoas que vemos diariamente na Universidade.
No sábado, a parte da manhã foi especial, fizémos um passeio até Rowallan Gardens (uma rua que se chama jardim) e discutimos sobre os factores que defeniam ali, o desenho urbano, depois estivemos na rua ao lado, e fizémos comparações. Bom, àparte de achar que deviam estar quase 0ºC de manhãzinha e de os meus pés terem gelado completamente, foi bastante educativo. Intensivíssimo, mas educativo. É refrescante ouvir novas ideias, entender novas perspectivas, porque no fundo, os alunos de arquitectura, acabam, em geral, por ser o reflexo da escola onde estudaram.
Mas àparte seminários (que fizeram este meu final de semana; quinta, sexta e sábado), muitas notícias que ficaram por contar!
Por cá, na segunda-feira, andaram a pintar as paredes da nossa querida cozinha, resultado? Toca tudo a jantar num restaurante italino, Amalfi, em West Nile Street (este blog já está a precisar de um mapa). Mariana, Astrid, Thomas, Tauhid (bd de Bangladesh, o meu vizinho o 05), Eilidh (uk) e mais duas amigas. Tudo, tudo italiano, até a água (Panna).
O pub internacional desta semana era o Bunker na Bath Street. Quarta-feira, é sempre dia de rever toooda a gente. O pessoal cá de casa, voltou a vir comigo e com o Thomas, os dois verdadeiros alunos de Strathclyde, e por lá encontrámos, os meus conhecidos (e vossos també :P) Fabien, Romain, Michele, Simon, Elsa, Paulo, bom, até um espanhol que tinha conhecido no Walkabout da semana anterior.
Sexta-feira foi dia de conveeersa que nunca mais acaba, porque, eu com os meus cozinhados, acabo por ser a pesoa que se demora mais tempo na cozinha e apanho toda a gente. Conversa/jantar no maravilhoso sofá e cadeiras com a Astrid, Virva, Tauhid (foi quando descobri o seu verdadeiro nome, porque até sexta ele era o T) e até o Billy (nosso querido security-guard).
Ontem foi dia de festejar o fim do seminário de UDH e sair com a cantora cá de casa, Louisa. O irmão veio visitá-la, então lá fomos direitinhos a Sauchiehall Street (em conceito, uma espécie de Bairro Alto cá do sítio), mas primeiro parámos em Counting House para uma beer. Entretanto, acabei por encontrar o Pierre num pub, muito cozy, o Cellars (de certo modo, faz lembrar o nosso querido ilegal).
No Domingo passado, fomos passear com o Sr. Jim Wilson (tal e qual como faria neste, não fosse ter o meu quarto num wee chaos, a casa de banho por limpar e a roupinha ao monte para lavar; wee para os interessados é little dito pelos escoceses) a West End. Estava um dia espectacular, cheio de sol, e o plano era visitar Botanic Gardens, University of Glasgow, Byres Road, Kelvingrove Museum. Por fim, acabámos por ir também ao museu dos transportes. Sim, sim, e depois houve fatias douradas para o pessoal cá de casa! Por ordem, Phillip (de), Mariana e Thomas (fr).
E para terminar o Domingo, nada melhor que ir à cave buscar a roupa seca, ficar a ver o Jamie at Home na televisão, e depois ter de sair para a rua por causa do ensaio do alarme de incêndio.
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beijocas para todos*
com "piquenos" almoços como esses, acho que no Natal vamos ver uma Mariana mais cheinha :p
ResponderEliminarvoltei a gostar muito das fotos. Destaco as que mostram pormenores da cobertura do Jardim Botânico e partes da fachada da igreja (qual?).
ResponderEliminarpara não falar da imagem da praça de s. marcos onde está a acontecer uma cerimónia religiosa qualquer, penso eu. De que século é?
Marianinhas!!!!!!!!!como estamos em sitios diferentes!tu estas a começar a por gorros e casacos quentes...e aqui a primavera a despertar!Tu em Pubs, eu em Lanchonetes...Tu a beber Wisky e Large beer, eu Chopp e Cachaça! Que diferença cultural!Voce com irish breakfast, e eu com Açai e salgados!
ResponderEliminarNos tambem temos um Jardim Botanico no rio!bem diferente!pesquisa no google
beijos do Joao da ROCHA