8 de fevereiro de 2010

William Turner

William Turner (Auto-retrato, 1798)

Em 2003, vi(mos) na Gulbenkian uma admirável exposição de aguarelas, chamada "O Mar e a Luz". Fiquei pasmada perante a beleza e a modernidade das mesmas. Essa exposição era de alguém que tu e eu admiramos muito: William Turner.

Para Turner, nascido em 1775 em Londres, nada era mais importante do que a sua obra. Toda a vida desenhou e pintou cenas marinhas, portos, barcos, naufrágios, neblinas, auroras, pores do sol, etc. Representou, magnificamente, as relações entre a luz e a cor.

Começou muito novo e o pai, que era barbeiro de profissão, expunha os seus trabalhos na barbearia, para que outros os pudessem ver...

As suas aguarelas são uma lufada de ar fresco. O seu colorido é uma comoção imensa que nos enche os olhos e a alma.

Em Inglaterra, viveu sempre junto ao rio. Viajou muito e, em viagem, registava nos seus cadernos de anotações, tudo o que lhe parecia importante.

Este homem, solitário e descuidado no vestir, foi o maior pintor romântico inglês e, quiçá, um dos precursores do Impressionismo. Ao morrer, em 1851, legou ao seu país, uma obra de cerca de 300 pinturas e 20000 desenhos e gravuras.

1 comentário:

  1. fantástico mãe, lembro-me como se fosse ontem, mais do que das pinturas propriamente ditas, do espanto e emoção de vê-las!! Foi na gulbenkian e tudo (óptimas recordações!).
    espero ansiosa pelo próximo!

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